De Alexandra Guerreiro a 11 de Maio de 2004 às 21:37
Olá, boa tarde! Não sei por que ruas e vielas andei, em quantas pedras e curvas tropecei, para me encontar aqui, agora, perplexa com tal filosofia. Mas permita que lhe diga...se acaso me for concedida opinião...alguma vez pensou que a dada altura da sua vida será o outro da outra pessoa...ou talvez não? É que o outro é toda a gente e como toda a gente é muita gente, o outro...não é ninguém. Mas talvez o outro se esconda na boca de tanta gente porque, por vezes, referir nomes pode ser....inconveniente?!
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