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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Apenas...

Queria segredar ao teu ouvido, num sussurro inaudível - "Amo-te".
Apenas. Só.
E tu compreendias.
Pronto, estava feito.
Condensava nesta palavra tudo aquilo que te queria dizer e tu percebias, e absorvias na perfeição.
"Amo-te". Apenas.
Entendias todas as dimensões da palavra, numa morte a todas as figuras de estilo, (metáforas e hipérboles incluídas), sem descrições polissilábicas ou excessos adverbiais, sem quando, como, porquê, quem ou onde, sem sujeito, predicado, complemento directo ou indirecto.
Com obliteração de vírgulas, pontos finais ou exclamações, e num afogamento completo das interrogações que te passam pela cabeça. Sem analogias a outra relações, uma oração simplificada.
As vogais essenciais e as consoantes Q.B.
Um encontro vocálico de ditongos inexistentes (crescentes, decrescentes, abertos ou nasais).
Completamente sem entoação, acentuação e até com ausência de pronúncia.
Um "amo-te" depurado de sílabas e translineações.
Sem grau ou flexão.
Sem pronomes ou advérbios.
Um rasgar determinante - dos possessivos, demonstrativos, relativos, interrogativos ou indefinidos.
Sem locuções adverbiais escondidas.
Sem preposições ( contracções ou locuções), interjeições ou derivações.
E depois tudo voltava ao normal.
O teu sorriso voltava a sorrir e desmanchava-se para me dizer de volta:
- Eu também.
Um "amo-te" apenas.
Limpo. Mas pleno de significado.

Ensaio do filósofo rafapaim às 13:38
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4 comentários:
De rafapaim a 20 de Março de 2009 às 16:38
... ... estou a ver que sabes algumas coisas sobre mim!!! ehehe! Pelo menos leu já várias filosofias sobre isso!!! Tem sempre uma primeira vez para tudo... tem sempre uma pessoa que merece ouvir... mas o texto começa com... "queria"
De ... a 19 de Março de 2009 às 21:07
...pensava q n dizias essa palavra...
De rafapaim a 5 de Março de 2009 às 09:19
Não são gestos e palavras, sejam elas quais forem, que fazem mudar mas antes algo de inexplicável e forte... que chamam de amor apenas! Tantas foram as vezes, e provavelmente outras tantas serão que as nossas atitudes não acompanham as nossas palavras... e os nossos gestos não traduzem a nossa vontade... mas talvez exista alguém que sabe no fundo o que somos e que confia nisso!
De Plim a 5 de Março de 2009 às 02:18
Queria tanto agarrar na tua mão e dizer-te que ainda vamos a tempo de roubar a esse tempo toda a felicidade do mundo. Apenas. Tivesse essa palavra a forma e intensidade certa para abrir novamente a porta... Apenas.

Queria tanto que o brilho de ter essa palavra na minha retina e o seu ecoar no meu ouvido fizesse estremecer o corpo de forma a apagar tudo o resto. Tivesse não tanto o ler mas o escutar dessa palavra o poder de cicatrização emocional. Apenas.

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