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Quarta-feira, 5 de Julho de 2006

Humor Negro

Não existe evento social mais marcante que um velório…

Nos nossos dias, deixou de ser um acontecimento imprevisível para passar a um metódico e complexo jogo de influências!!! Única diferença de uma festa formal é que não recebemos convites… (traje escuro!)!

O mais importante também deixou de ser o facto de irmos transmitir os nossos pêsames e condolências à família do falecido… passou a dar lugar a um “ver e ser visto”… a imagem que os outros ficam da nossa presença é crucial para sobreviver neste mundo!!!

Questões importantes a resolver:

Quando chegar?

- Muito cedo não provoca o impacto necessário… poucas pessoas vão estar atentas ao primeiros participantes! O ideal é chegar quando a coisa estiver a aquecer, reconhece isso quando já existir umas quantas pessoas a chorar…

Quem cumprimentar?

- É importante conhecer algum familiar do falecido (ao menos que seja vendedor de seguros ou um participante profissional de velórios!!!), esse deve ser primeiro alvo! Comece por umas palavras bonitas, e todas as pessoas viram boas depois de mortas… um abraço com duas sonoras pancadas nas costas… não uma que parece que não é chegado ao seu amigo… nem três que vai soar a falso!

Que postura manter?

- Deixe a sua marca… neste campo é importante jogar os seus melhores trunfos… resulta sempre a curiosidade mórbida em querer saber como foram os últimos momentos do falecido! O humor negro quando bem utilizado também é uma eficaz arma para deixar uma lembrança da sua presença (não adianta ir e não ser recordado!). Em casos extremos pode optar por umas gargalhadas de forma a incomodar os presentes, que primeiramente vão achar que é falta de educação mas com o passar tempo será recordado como estando presente nas horas difíceis!!!

Quando ir embora?

- A hora da saída é a solução deste puzzle… o tempo tem de ser o suficiente para parecer que estava interessado no bem-estar dos entes queridos do falecido… igualmente suficiente para deixar a sua marca… e se possível ficar ao corrente de uma ou outra curiosidade de algum amigo. Pode aproveitar a despedida de alguém e juntar-se fazendo que pareça uma acção concertada (cuidado ao seleccionar o grupo da despedida e não o faça quando muito numeroso!!!). É uma questão que fica em aberto e que depois de você chegar irá se colocar milhares de vezes!!!

Com este pequeno manual garanto que sai vivo de lá (estes trocadilhos com morte e vida são tão maus!)

Ps: Um grande abraço, e o meu maior respeito por alguém que nas horas mais complicadas nunca perde a sua forma de estar e que nos ensina sempre que com os amigos por perto tudo se torna mais fácil… penso que falo em nome de todos quando te digo: “estamos lá para quando quiseres ou precisares!”.

Ensaio do filósofo rafapaim às 02:03
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