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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Nem mais... nem menos...

"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las.
Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."

Gabriel José de la Concordia García Márquez

Ensaio do filósofo rafapaim às 21:33
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Galo Doido

... e hoje não escrevo nenhuma sms... não sei o teu número...

... e hoje não enviarei flores... não sei qual a tua preferida...

... e hoje não publico uma música... não sei a tua favorita...

... e hoje não irei comemorar... não sei onde será a festa...

... e hoje não vou aparecer... não sei onde estas...

... e hoje não sei nada de ti... não sei se sabes de mim...

... e mesmo assim fica para sempre o desejo de Felicidades e Muitos Parabéns!!!

Ensaio do filósofo rafapaim às 00:30
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Sábado, 14 de Janeiro de 2012

A pele que há em mim...

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu

E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu

Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada

Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu
O caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou

Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p'ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P'ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou-te deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.

 

Márcia e JP Simões

Ensaio do filósofo rafapaim às 19:30
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

E assim será... e assim vai ser...

Elas não querem um rapaz com um corpo definido que vá ao ginásio todos os dias, querem sim um rapaz com coração. Claro que pensam na beleza mas a definição de beleza pode ser, às vezes, diferente da nossa. Querem acima de tudo, um amigo!

Alguém para assistir filmes com elas num domingo chuvoso à tarde, querem alguém para conversar e desabafar, alguém não só para beijar como também para abraçar. Não precisam de presentes todos os dias. Gostam de quando brincam com o cabelo delas, é carinhoso. Gostam de quando nos importamos com um problema de alguém da família dela ou de algum amigo dela, mesmo que não tenha nada a ver connosco, demonstra afecto.

Adoram quando as olhamos seriamente. Não querem ser tratadas como bonecas que nós usamos numa noite e deitamos fora no dia seguinte. Aliás, aprendam uma coisa: as meninas podem falar até de ficar por ficar, mas depois vão acabar por criar um sentimento. Não as façam iludir-se se não vão querer nada delas depois.

As mulheres também se divertem, precisam de estar com as amigas nem que seja para uma simples fofoca, ida às compras ou ao cinema, apenas querem falar das coisas de mulheres. Tem ciúmes das nossas amigas porque são inseguras, não é fácil ser tão segura como às vezes parecem ser.

Tem medo que encontremos alguém melhor e as troquem, já aconteceu pelo menos uma vez na vida de qualquer uma. Gostam de beijos inesperados, de quando as apresentamos aos nossos amigos e dizemos 'é a minha namorada'. Gostam que sintam ciúmes mas não exagerem, tudo o que é demais torna-se chato! É bom receber mensagens de madrugada com palavras sinceras, de preferência.

Quando dizem que não precisamos de lhes pagar o almoço, o lanche ou o jantar, é vergonha, não se preocupem com isso. Gostam de quando tiramos fotos com elas sem terem de pedir. Gostam de brincadeiras, nomes queridos e ainda mais de um beijo a meio de uma discussão, é perfeito.

Não devemos falar da boca para fora a meio de uma discussão e muito menos arranjar outra para fazer ciúmes. Quando não soubermos o que dizer porque estão tristes e a chorar, basta ficaremos ali, ao pé delas, abraçando-as e sussurrando um 'eu importo-me contigo', podem ter a certeza que será o suficiente.

Sorriam, elas amam sorrisos. Gostam do nosso jeito desleixado de vestir, não têm que comprar roupa nova cada vez que querem ir te com elas. Gostam de surpresas, mas nada de muito exagerado nem muito caro, uma flor, uma música, tudo isso é o suficiente para sorrirem o resto da semana.

Precisam de atenção cada vez que falam, não as troquem pelos vossos amigos, vão sentir que nos estão a perder e isso irá fazer sentirem-se mal. Levem-nas a festas, é bom sair! Contem-lhes a vossa vida, os vossos medos, os vossos sonhos, o vosso passado, tudo isso lhes interessa, deixem-nas adormecer no vosso colo e vejam filmes românticos com elas mesmo que não gostem.

Não querem que digam que estão lindas quando não estão. Querem sim, como disse lá em cima, um amigo, então, sinceridade. Gostam de andar de mão dada, é sinal que sentem orgulho em estar ao lado delas.

E, por último, mas não menos importante: não as conquistem se não for vossa intenção cuidar delas.

Ensaio do filósofo rafapaim às 19:30
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

Vida suspensa...

Se... nada disso hoje retirei todos os "ses"... é uma certeza... um momento apenas para crescer, para ser mais, para ser apenas eu... diante do outro, sem defesas ou armadura, peito aberto e cabeça erguida confessando os medos, vontades e sonhos!

 

O passado não se repete... nem o que foi (e se passou) no passado é sinal de que vai ser da mesma forma no futuro, não que as pessoas sejam outras ou que tenham mudado, por vezes apenas porque querem mais do que tudo!

 

Fui capaz... fui "mais eu"... curiosamente fui diferente (mudei!) mas claro que existem marcas, mágoas, dor e sofrimento que não se apagam... os nossos pensamentos ninguém adivinha e o que queremos não tem de ser correspondido e nem tudo tem segunda vez (ou hipótese!).

 

Descreveram-me como o de sempre... como igual... como não sendo possível... importante não é que saibam que ponderei, agi quando soube que não era decisão de momento (sem dor, sem desespero, sem necessidade) mas que eu tenha feito tudo!

 

É verdade... sou o mesmo... mas não vejo e nem vou agir igual...

 

...acabei derrotado... mas vim vitorioso... liguei para ti (aquele... meu beijo recebi! obrigado mana!)!

Ensaio do filósofo rafapaim às 01:07
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Esse foi o dia...

Como qualquer história tudo começa bem... o futuro é compreensão, amizade e amor... por momentos pensa no que nunca pensou e cria ilusões que sempre rejeitou! Entende que é possível acreditar na partilha, na confiança e muda...

 

Muda para aprender a confiar, desfaz barreiras e baixa as defesas... entram no seu mundo e na possibilidade de o magoar! Tenta fazer parte... tentar criar algo... porque é agora o começo da sua família... o eu e você são importantes... o nós é extraordinário...

 

Tem os outros, tem a família, tem o ser e o não ser...

 

Não somos de sangue... tínhamos de ser mais...

Não temos passado... tínhamos de ter futuro...

Não temos rotinas... tínhamos de ter confiança...

Não temos ligações... tínhamos de criar tudo...

 

Tenho um belo exemplo perto de mim... eles são a família dela... ele virou da nossa família... ;)

 

Não fui considerado família... os outros podem sempre chegar e partir...

Não tinha o legado certo... a nacionalidade é dos que procuram vantagem fácil...

Não era o mais importante... as decisões não eram conjuntas eram comunicadas...

Não estiveram do meu lado... não fui defendido da opinião e actos dos outros...

 

Depois você desiste, volta a pensar em si... aprende que existem mundos dentro do seu mundo e dos quais não querem que faça parte, aprende que não ficam do seu lado independentemente de tudo...

 

Um dia é o dia... e depois de muito... esse foi o dia...

Ensaio do filósofo rafapaim às 19:26
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