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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

More than one

... na vida a materialização de uma ideia ou de um projecto não decorre de um acto solitário, é necessariamente fruto de um esforço conjunto, cujos resultados serão tanto melhores quanto maior for o empenhamento e a qualidade individual de cada participante ...

Ensaio do filósofo rafapaim às 17:20
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

A melhor altura para decidir...

Agora sabendo tudo… como sorrir… como ser feliz… como amar… o resto fica pequeno e menor perto de tamanho detalhe e pormenor! Encontro-te como sempre e para sempre nos meus sonhos!

Existem os que escolhem a simplicidade… a felicidade… a amizade… a intimidade… a cumplicidade… a alegria… a partilha… a companhia… a paixão… o perdão… ou o amor! Eu !?!? … eu escolho-te a ti que és isto tudo e muito mais! Aquele beijo de fé e milagre! Esta tudo dentro de nós!

… é show … com swing e tchan …

Ensaio do filósofo rafapaim às 22:08
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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

Primeiro Amor

É fácil saber se um amor é o primeiro amor ou não. Se admite que possa ser o primeiro, é porque não é, o primeiro amor só pode parecer o último amor. É o único amor, o máximo amor, o irrepetível e incrível e antes morrer que ter outro amor. Não há outro amor. O primeiro amor ocupa o amor todo.

Nunca se percebe bem por que razão começa. Mas começa. E acaba sempre mal só porque acaba. Todos os dias parece estar mesmo a começar porque as coisas vão bem, e o coração anda alto. E todos os dias parece que vai acabar porque as coisas vão mal e o coração anda em baixo.

O primeiro amor dá demasiadas alegrias, mais do que a alma foi concebida para suportar. É por isso que a alegria dói - porque parece que vai acabar de repente. E o primeiro amor dói sempre demais, sempre muito mais do que aguenta e encaixa o peito humano, porque a todo o momento se sente que acabou de acabar de repente. O primeiro amor não deixa de parte um único bocadinho de nós. Nenhuma inteligência ou atenção se consegue guardar para observá-lo. Fica tudo ocupado. O primeiro amor ocupa tudo. É inobservável. É difícil sequer reflectir sobre ele. O primeiro amor leva tudo e não deixa nada.

Diz-se que não há amor como o primeiro e é verdade. Há amores maiores, amores melhores, amores mais bem pensados e apaixonadamente vividos. Há amores mais duradouros. Quase todos. Mas não há amor como o primeiro. É o único que estraga o coração e que o deixa estragado.

É como uma criança que põe os dedos dentro de uma tomada eléctrica. É esse o choque, a surpresa «Meu Deus! Como pode ser!» do primeiro amor. Os outros amores poderão ser mais úteis, até mais bonitos, mas são como ligar electrodomésticos à corrente. Este amor mói-nos o juízo como a Moulinex mói café. Aquele amor deixa-nos cozidos por dentro e com suores frios por fora, tal e qual num micro-ondas. Mas o «Zing!» inicial, o tremor perigoso que se nos enfia por baixo das unhas e dá quatro mil voltas ao corpo, naquele micro-segundo de electricidade que nos calhou, só acontece no primeiro amor.

O primeiro beijo é sempre uma confusão. Está tudo a andar à volta e não se consegue parar. A outra pessoa assalta-nos e deixa-nos tontos, isto apesar de ser tão tímida e inepta como nós. E os nomes dos nossos primeiros amores? Os nomes doem. Parecem minúsculos milagres. Cada vez que se pronunciam, rebenta um pequeno terramoto no equador. E as mãos? Quando a mão entra na mão de quem se ama e se sente aquele exagero de volts e de pele, a única resposta sensata é o assassínio, o exílio, o suicídio. Nada fica de fora. O mundo é uma conspiração cinzenta de amores em segunda mão. Nada é puro fora daquelas mãos. O tesouro está a arder, as pessoas estão a morrer, os olhos cheios de luz estão a cegar, mas o primeiro amor é também, e sem dúvida, o primeiro amor do mundo.

O primeiro amor é aquele que não se limita a esgotar a disposição sentimental para os amores seguintes: quer esgotá-la. Depois dele, ou depois dela, os olhos e os braços e os lábios deixam de ter qualquer utilidade ou interesse. As outras pessoas - por muito bonitas e fascinantes que sejam - metem-nos nojo. Só no primeiro amor.

Não há amor como o primeiro. Mais tarde, quando se deixa de crescer, há o equivalente adulto ao primeiro amor - é o primeiro casamento; mas não é igual. O primeiro amor é uma chapada, um sacudir das raízes adormecidas dos cabelos, uma voragem que nos come as entranhas e não nos explica. Electrifica-nos a capacidade de poder amar. Ardem-nos as órbitas dos olhos, do impensável calor de poder-mos ser amados. Atiramo-nos ao nosso primeiro amor sem pensar onde vamos cair ou de onde saltamos. Saltamos e caímos. Enchemos o peito de ar, seguramos as narinas com os dedos a fazer de mola de roupa, juramos fazer três ou quatro mortais de costas, e estatelamo-nos na água ou no chão, como patos disparados de um obus, com penas a esvoaçar por toda a parte.

Há amores melhores, mas são amores cansados, amores que já levaram na cabeça, amores que sabem dizer «Alto-e-pára-o-baile», amores que já dão o desconto, amores que já têm medo de se magoarem, amores democráticos, que se discutem e debatem. E todos os amores dão maior prazer que o primeiro. O primeiro amor está para além das categorias normais da dor e do prazer. Não faz sentido sequer. Não tem nada a ver com a vida. Pertence a um mundo que só tem duas cores - o preto-preto feito de todos os tons pretos do planeta e o branco-branco feito de todas as cores do arco-íris, todas a correr umas para as outras.

Podem ficar com a ternura dos 40 e com a loucura dos 30 e com a frescura dos 20 - não outro amor como o doentio, fechado-no-quarto, o amor do armário, com uma nesga de porta que dá para o Paraíso, o amor delirante de ter sempre a boca cheia de coração e não conseguir dizer outra coisa com coisa, nem falar, nem pedir para sair, nem sequer confessar: «Adeus Mariana - desta vez é que me vou mesmo suicidar.» Podem ficar (e que remédio têm) com o savoir-faire e os fait-divers e o «quero com vista pró mar se ainda houver». Não há paz de alma, nem soalheira pachorra de cafunés com champagne, que valha a guerra do primeiro amor, a única em que toda a gente morre e ninguém fica para contar como foi.

Não há regras para gerir o primeiro amor. Se fosse possível ser gerido, ser previsto, ser agendado, ser cuidado, não seria primeiro. A única regra é: Não pensar, não resistir, não duvidar. Como acontece em todas as tragédias, o primeiro amor sofre-se principalmente por não continuar. Anos mais tarde, ainda se sonha retomá-lo, reconquistá-lo, acrescentar um último capítulo mais feliz ou mais arrumado. Mas não pode ser. O primeiro amor é o único milagre da nossa vida - e não há milagres em segunda mão. É tão separado do resto como se fosse uma primeira vida. Depois do primeiro amor, morre-se. Quando se renasce há uma ressaca. É um misto de «Livra! Ainda bem que já acabou!» e de «Mas o que é isto? Para onde é que foi?».

Os outros amores são maiores, são mais verdadeiros, respeitam mais as personalidades, são mais construtivos - são tudo aquilo que se quiser. Mas formam um conjunto entre eles. O segundo e o terceiro e o quarto, por muito diferentes, são mais parecidos. São amores que se conhecem uns aos outros, bebem copos juntos, telefonam-se, combinam ir à Baixa comprar cortinados. O primeiro amor não forma conjunto nenhum. Nem sequer entre os dois amantes - os primeiros, primeiríssimos amantes. Acabam tão separados os dois como o primeiro amor acaba separado dos demais. O amor foi a única coisa que os prendeu e o amor, como toda a gente sabe, não chega para quase nada. É preciso respeito e bláblá, compreensão mútua e muito bláblá, e até uma certa amizade bláblá. Para se fazer uma vida a dois que seja recompensadora e sobretudo bláblá, o amor não chega. Não se vive só dele. Não se come. Não se deixa mobilar. Bláblá e enfim.

Mas é por ser insustentável e irrepetível que o primeiro amor não se esquece. Parece impossível porque foi. Não deu nada do que se quis. Não levou a parte nenhuma. O primeiro amor deveria ser o primeiro e esquecer-se, mas toda a gente sabe, durante o primeiro amor ou depois, que é sempre o último.

Afinal nem é por ser primeiro, nem é por ser amor. A força do primeiro amor vem de queimar - do incêndio incontrolável - todas aquelas ilusões e esperanças, saudades pequenas e sentimentos, que nascem em nós com uma força exagerada e excessiva. Como se queima um campo para crescer plantas nele. Se fôssemos para todos os outros amores com o coração semelhantemente alucinado e confuso, nunca mais seríamos felizes. É essa a tristeza do primeiro amor. Prepara-nos para sermos felizes, limando arestas, queimando energias, esgotando inusitadas pulsões, tornando-nos mais «inteligentes».

É por isso que o primeiro amor fica com a metade mais selvagem e inocente de nós. Seguimos caminho, para outros amores, mais suaves e civilizados, menos exigentes e mais compreensivos. Será por isso que o primeiro amor nunca é o único? Que lindo seria se fosse mesmo. Só para que não houvesse outro.

Miguel Esteves Cardoso ... (leia também Elogio ao Amor)

... Adeus é o mesmo sentimento que AmoR apenas com o "A" no início e sem o "R" no final ...

Ensaio do filósofo rafapaim às 00:32
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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Pequeno e desgraçado país

Somos um pequeno e desgraçado país. Não somos pequenos e desgraçados porque sempre fomos; afinal, não somos o Haiti, não somos a Bolívia, não somos a Serra Leoa, não somos o Uganda, não somos a Moldávia, não somos a Guiné; não somos assim porque nos fizeram assim, não fomos colonizados, não descendemos de escravos, não fomos deportados, explorados, invadidos, vencidos. A União Soviética não nos pisou com bota cardada e a Alemanha não nos ocupou. Tivemos um ditador e tivemos a revolução sem sangue e a criação da democracia e dos partidos. Tivemos os fundos europeus e a absorção de um milhão de retornados. Tivemos colónias, ouro, escravos e uma história que não nos envergonha. Temos uma longa e estabelecida nacionalidade. Temos a coragem e o génio de ter escapado a Castela. Temos a miscigenação, a lírica e a épica. Temos as descobertas e a geração de Aviz. Temos uma identidade e uma cultura, temos uma língua falada por milhões. Temos 800 km de praia e sol.

Temos muitas razões para sermos felizes. E não somos. Somos um pequeno, desgraçado e deprimido país que se queixa por tudo e por nada, que se detesta e detesta o sucesso alheio, que aniquila a qualidade e promove a incompetência, que deixou que a administração pública fosse tomada de assalto por parasitas partidários, por gestores imorais e por políticos corruptos ou que fecham os olhos e promovem a corrupção como forma de manutenção do poder. Somos um país sem esperança onde nada avança e nada acontece, como escrevia o poeta Ruy Belo.

Sai-se da pátria e regressa-se à pátria e as notícias são as mesmas; é como se o mundo girasse e nós parados. À espera do apocalipse. Tudo nos diz que amanhã será pior e toda a gente nos pede mais sacrifícios, mais penúria e mais infelicidade. É impossível levantar um país de vencidos ou convencê-lo a fazer alguma coisa por si. Leio as notícias sobre o extraordinário salário de António Mexia, da EDP, os 3,1 milhões anuais, e penso o que pensa uma pessoa normal: não vale a pena. Os velhos morrem de frio no Inverno porque não têm dinheiro para pagar "a luz" e o senhor energia tem um salário igual ao dos melhores 200 gestores americanos. Numa empresa falsamente privatizada que floresce num regime de monopólio e em que o Estado é o maior accionista. E aquilo é o salário, fora os benefícios e os cartões. Fora as reformas e as pensões. A permanente resignação perante a imoralidade é que nos torna passivos, fracos, assustados, irresolutos e cúmplices da delapidação do nosso dinheiro. E um governo socialista autorizou isto e promoveu isto. E pior do que isto. Não se trata de premiar o mérito, trata-se de premiar a estupidez. Porque deixamos isto passar.

Em Portugal, deixámos de ter símbolos e não temos modelos. O português mais influente é um jogador de futebol. O segundo mais influente é um treinador de futebol. E ponto final. Temos uma elite sofrível e uma classe política sem cultura política nem histórica ludibriada por autodidactas ou por rapazes com cursos tirados no estrangeiro que chegam a Portugal com um objectivo: enriquecer. Enriquecer à sombra do partido, do padrinho na banca e do Estado. De nós. E a justiça trata de si e dos seus privilégios. Somos um pequeno e desgraçado país.

Clara Ferreira Alves (www.expresso.pt)
0:00 Quinta-feira, 15 de Abril de 2010 

Ensaio do filósofo rafapaim às 14:31
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Parabéns Amigo!

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para se viver a vida:
Uma é acreditar que não existem milagres.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Ensaio do filósofo rafapaim às 16:16
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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

Gente Perdida

Quando encontrares alguém, e esse alguém fizer o teu coração parar de funcionar por alguns segundos, presta atenção… pode ser a pessoa mais importante da tua vida… se o toque dos lábios for intenso… se o beijo for apaixonante… e os olhos se encherem de água nesse momento, percebe… existe algo de mágico entre vocês dois… se o primeiro e ultimo pensamento do teu dia for essa pessoa… se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradece… se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca receberes um abraço, um sorriso, um toque nos cabelos, um beijo, entrega-te…

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro… às vezes encontram e, por não prestarem atenção aos sinais ou por medo, deixam o amor passar sem deixá-lo acontecer verdadeiramente… por isso não deixes que as outras coisas e os outros te deixem cego para o melhor da vida…

… ri … chora … ama … vive … luta … vence … perde … volta a tentar … aprende …

Aproveita o que a vida te dá… e guarda cada memória como singular e única… cada momento como se fosse o ultimo… mas acima de tudo sê tu próprio e sê feliz… faz com que procures consolar mais do que ser consolado, compreender mais do que ser compreendido, amar mais do que ser amado. Pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna.

… estamos todos à espera de um milagre … e ele já existe, em cada um de nós …

Ensaio do filósofo rafapaim às 13:32
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

Time of my life

"Enquanto não superarmos a ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente. Enquanto não atravessarmos a dor da nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um" … e existem tantas pessoas que querem que sejamos diferentes e que querem que a gente mude tanto que um dia olham para nós e não reconhecem a pessoa pela qual se identificaram!

Now I've had the time of my life
No I've never felt like this before
Yes I swear it's the truth
And I owe it all to you

'Cause I've had the time of my life
And I owe it all to you

I've been waiting for so long
Now I've finally found someone
To stand by me
We saw the writing on the wall
As we felt this magical fantasy

Now with passion in our eyes
There's no way we could diguise it secretly
So we take each others hand
'Cause we seem to understand the urgency

Just remember
You're the one thing
I can't get enough of
So I'll tell you something
This could be love, because

I've had the time of my life
No I've never felt this way before
Yes I swear it's the truth,
And I owe it all to you

'Cause I've had the time of my life
And I've searched through every open door
Till I found the truth
And I owe it all to you

Hey Baby

With my body and soul
I want you more than you'll ever know
So we'll just let it go,
don't be afraid to lose control, no
Yes I know it's on your mind,
when you say "Stay with me tonight"
(Stay with me)

Just remember
You're the one thing,
I can't get enough of
So I'll tell you something,
This could be love because

I've had the time of my life,
(I've had the time of my life)
No, I've never felt this way before,
Yes I swear it's the truth
(Yes I swear)
And I owe it all to you

Dirty Dancing

Ensaio do filósofo rafapaim às 12:22
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Sábado, 10 de Abril de 2010

Intimissimi

… na vida a dor e a perda são inevitáveis … contudo o sofrimento é uma opção …
… o futuro apaga as pequenas paixões e fortalece os grandes amores …

… so it’s got to be right? …

I'm not calling you a liar … Just dont lie to me
I'm not calling you a thief … Just dont steal from me
I'm not calling you a ghost … Just stop haunting me

… o que se leva da vida … é a vida que se leva …

I love you but I fear you
Who are you? … Who are you?
For how long … how strong do I still have to be?

… vamos fazer o que ainda não foi feito …

Ensaio do filósofo rafapaim às 01:06
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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Um pequeno livro de filosofias...

É um novo ano que começa… um renovar de esperanças, sonhos e novas metas e objectivos para alcançar… nunca cair numa ambição desmedida mas nunca ficar num sentimento de apatia… é preciso correr atrás, é preciso querer antes de fazer, é preciso começar para chegar ao principio, ao meio… e ao fim!

Em jeito de balanço, e porque recebi todas as filosofias baratas em livro… (obrigado pela prenda!) foi interessante recordar atitudes, valores, gestos e sentimentos… fico feliz por poder afirmar com orgulho que no meio de muitos erros, muita decisão errada, muitos gestos irreflectidos… consegui manter o essencial…

- para melhor a gente muda sempre
- nos pequenos gestos, nos detalhes, nos pormenores estão as grandes diferenças
- a vida é feita de escolhas, decisões e prioridades
- acreditar em valores como a honra, lealdade, respeito e sinceridade
- os sentimentos não se medem pela ausência, silêncio, tempo ou distância
- que nunca iremos conseguir mentir a nós próprios
- quando é para fazer… ou se faz bem ou não se faz
- amores e amizades verdadeiras, puras são o melhor da vida
- … e mais umas quantas filosofias baratas… ehehe…

Não é preciso muito para ser feliz… nem é assim tão complicado… e mesmo no meio de um ano tão duro e difícil encontrei tudo que precisava para ontem acabar o dia de sorriso no rosto desenhado!!!

Ensaio do filósofo rafapaim às 10:09
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Domingo, 4 de Abril de 2010

Detalhes

Não adianta nem tentar
Me esquecer
Durante muito tempo
Em sua vida
Eu vou viver...

Detalhes tão pequenos
De nós dois
São coisas muito grandes
Prá esquecer
E a toda hora vão
Estar presentes
Você vai ver...

Se um outro cabeludo
Aparecer na sua rua
E isto lhe trouxer
Saudades minhas
A culpa é sua...

O ronco barulhento
Do seu carro
A velha calça desbotada
Ou coisa assim
Imediatamente você vai
Você vai lembrar de mim...

Eu sei que um outro
Deve estar falando
Ao seu ouvido
Palavras de amor
Como eu falei
Mas eu duvido!
Duvido que ele tenha
Tanto amor
E até os erros
Do meu português ruim
E nessa hora você vai
Você vai lembrar de mim...

A noite envolvida
No silêncio do seu quarto
Antes de dormir você procura
O meu retrato
Mas da moldura não sou eu
Quem lhe sorri
Mas você vê o meu sorriso
Mesmo assim
E tudo isso vai fazer você
Você lembrar de mim...

Se alguém tocar
Seu corpo como eu
Não diga nada
Não vá dizer
Meu nome sem querer
À pessoa errada...

Pensando ter amor
Nesse momento
Desesperada você
Tenta até o fim
Mas até nesse momento você vai
Você vai lembrar de mim...

Eu sei que esses detalhes
Vão sumir na longa estrada
Do tempo que transforma
Todo amor em quase nada
Mas "quase"
Também é mais um detalhe
Um grande amor
Não vai morrer assim
Por isso...
De vez em quando você vai
Você vai lembrar de mim...

Não adianta nem tentar
Me esquecer
Durante muito
Muito tempo em sua vida
Eu vou viver
Não, não adianta nem tentar
Me esquecer...

Roberto Carlos

... porque a vossa lembrança é o meu maior presente ...

Ensaio do filósofo rafapaim às 00:00
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