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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

Houston... we have a problem!

… e porque voltei a escrever mais assiduamente?! … tenho pensado nisso e numa filosofia qualquer que justifique!!!

Normalmente escrevo enquanto penso sobre tudo e mais alguma coisa… quando decoro coisas insignificantes… quando presto atenção a detalhes que ninguém nota… quando algo me inquieta ou quando algo me fascina.

… talvez tenha algo para dizer que não deva… talvez algo a revelar que não possa… talvez algo a esconder que é evidente! Sou porque sou, não porque querem que seja… é porque é, não porque deveria ser… acontece porque acontece, não porque imaginamos…

Normalmente as filosofias aparecem… não são criadas… por vezes e “se” surgir o momento penso sobre elas… não perguntarei o que quero saber… não pedirei o que não mereço… do passado conta só aquilo que for bom!

Se fosse escritor… diria que tinha um musa… se fosse pintor… uma diva… como aqui é para ser “filósofo” diria que tenho um problema!!!

Ensaio do filósofo rafapaim às 00:44
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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Receita de programa de índio...

Como preparar um cocktail de desilusão:

Comece por juntar os seguintes ingredientes:

Um rosto sem sorriso… estar sem vontade… tempo contado… ilusões de beleza…

… esprema algumas mentiras… adicione falsidade… mexa tudo com frieza…

Para cortar a acidez faça de conta que esta interessado… pode ainda servir acompanhado de assuntos delicados e radicalismos.

Beba tudo de uma só vez!

Ensaio do filósofo rafapaim às 22:53
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Terça-feira, 25 de Março de 2008

Não quero dinheiro

Eu espero para ver se você vem
Não te troco nessa vida por ninguém
Porque eu te amo,
Eu te quero bem
Acontece que na vida a gente tem
Que ser feliz por ser amado por alguém
Eu te amo
Eu te adoro, meu amor!

A semana inteira fiquei esperando
Pra te ver sorrindo
Pra te ver cantando
Quando a gente ama não pensa em dinheiro
Só se quer amar
Se quer amar
Se quer amar
De jeito maneira
Não quero dinheiro
Quero amor sincero
Isso é o que eu espero
Grito ao mundo inteiro
Não quero dinheiro
Eu só quero amar!

Vou pedir pra você voltar
Vou pedir pra você ficar
Eu te amo
Eu te quero bem

Vou pedir pra você gostar
Vou pedir pra você ficar
Eu te amo
Eu te adoro, meu amor!

A semana inteira fiquei esperando
Pra te ver sorrindo

Pra te ver cantando
Quando a gente ama não pensa em dinheiro
Só se quer amar
Se quer amar
Se quer amar
De jeito maneira
Não quero dinheiro
Quero amor sincero
Isso é o que eu espero
Grito ao mundo inteiro
Não quero dinheiro
Eu só quero amar!

Ivete Sangalo

Ensaio do filósofo rafapaim às 00:00
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Domingo, 23 de Março de 2008

E é o eterno recomeçar...

A parte mais complicada de cada texto é o começo… apago e recomeço várias vezes… não porque não sei o que escrever, mas porque não sei a melhor forma de o dizer!

É este eterno recomeçar que torna tudo tão interessante, quando parece sem saída existe uma solução… quando parece doer o tempo cura… quando parece não acreditar algo de especial acontece…

E assim vai ser o resto da nossa vida… a escola… os amigos… os amores… o emprego… e será nessa eterna insatisfação e constante confusão que tudo se resume! Provavelmente não teremos o que queremos, mas no fim temos tudo o que precisamos!

É nas piores alturas que somos chamados a decidir… o fim de algo é sempre complicado! Resta “guardar o que é bom de guardar”… e o fim não é mais que um recomeço!

Aquilo que vivemos ninguém pode nos tirar… e como recordamos ninguém pode alterar…

Não se habitue a rotinas, não tenha medo de mudanças, não se preocupe com o desconhecido, não se refugie nas lembranças, nem sempre vai ser como até agora tem sido.

E tudo recomeça…

Ensaio do filósofo rafapaim às 23:17
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Gostos não se discutem...

Gosto do sorriso… do riso e da gargalhada… gosto do engraçado, gosto da piada… gosto de filosofias, provérbios e teorias… gosto do verde do mar, dos olhos e da praia… gosto daquele beijo, daquele abraço… gosto do *plim e da pequena Paim… gosto da família, dos amigos e do Sporting… gosto da letra R e da M de RafapaiM… gosto de cinema, filmes e imaginação… gosto de razão e provocação… gosto de me achar, gosto de nos perdermos… gosto de histórias sem fim… gosto da escrita, do blog, do sms e da carta… gosto do vento que leva a palavra!

Gosto de entrelinhas, mensagens sublimes, segundas intenções… gosto de quem entende, gosto de quem pergunte… gosto de brincar, gosto de jogar para ganhar… gosto de arriscar, gosto de sonhar apesar de não lembrar… gosto do dia 4, do mês 4, gosto de surpresas bem combinadas… gosto de covinhas, de sinais e pintas… gosto de conversas, gosto de picotar… gosto de laços e coisas para desembrulhar!

Gosto de beijo com língua… gosto de estar na minha… gosto de ler, gosto de estudar… gosto de menina crominha… gosto de emoção, gosto da sensação de agir com razão… gosto de conduzir e guiar … gosto de prudência e inteligência… gosto do intenso, gosto de relaxar, gosto de incenso a queimar… gosto de chá, gosto de ácido… gosto mesmo de saborear… gosto de gelado, picolé e sundae… gosto de música, gosto de cantar, gosto mesmo de inventar…

…enfim gosto de gostar!

Ensaio do filósofo rafapaim às 14:22
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Sábado, 8 de Março de 2008

Amar-me-ia. E a ti, te ia.

"Não sei se fazes-me falta por isso ou por aquilo tudo que ficou gravado na memória, mas fazes-me falta, superficial e profundamente, de trejeito a sensação. E ausento-me de mim, fazendo testes com a esperança, e a espera.

E aos poucos a febre baixa, e sinto-me sozinho, e tão apegado a mim mesmo. Aos poucos esqueço de todo resto, e já nem me lembro mais. E mais nada. E mais.

Não sei se a minha própria indiferença de mim faz-me bem (prelúdio da liberdade) ou faz-me todo mal que mereço, mas existe. Fez um laço em meu pescoço, como fita de presente raro, e enfeitou-me de um lirismo que não causa encanto nem desafecto, desalento e desconforto.

É a legião do des-.

É quase tornar-se invisível, esquecível.

Não vou voltar a usar as mesmas lembranças, e não vou mudar o nível da ternura. Eterna. E amar-me-ia a mim, e a mim, como sempre foi o eternamente..

Não sei se o tempo vai passar depressa, devagar. Não sei. Não sei se vai existir espera. Talvez persista a minha ausência – a eterna – e possamos nos dar bem com isso.

Mas houve, existe, e agora, acabou, porque agora é o futuro.

E o futuro é aquela estrela.

Se não fosse importante, eu não contaria para ninguém. Eu seria um silêncio. Mas mesmo sendo, eu me calo, e é uma arte.

É como se você estivesse do outro lado da porta, rindo, sabendo que eu não sei que você esta ai... só para saber do que você sabe, e saber do que eu não sei, e é só porque sabe que a surpresa me faz bem!"

Ensaio do filósofo rafapaim às 04:48
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