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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

História de encantar...

Ela tinha um ar tão bonito...

A felicidade emanava-se-lhe dos poros, saia-lhe pelas narinas, misturava-se na saliva e no odor a flores do cabelo claro. E o andar era encantador... totalmente equilibrada sobre os saltos altos... andava num passo seguro, talvez apressado, talvez ansioso. Ele olhava-a mesmo ao lado.. com pena...

Ela tinha um ar tão bonito...

Ele chegou finalmente... o sorriso agora era ainda mais maravilhoso! Como explicar a felicidade que nos sai dos poros, e das narinas, e da saliva, e do odor do cabelo claro, e que faz reagir o hipotálamo, que faz o sangue correr mais depresa, que dispara a produção de ocitocina e dopamina e que faz de nós totais toxicodependentes, cuja substância é tão dificil de encontrar.

Ela tinha um ar tão bonito...

Ele nem queria olhar... por momentos decidiu afastar-se... olhou à sua volta... o sorriso dele era fechado. O dela continuava sincero, mas confuso. E a reacção dele foi nula ao beijo que ela lhe deu na boca. Ela soluçava já. Pedia-lhe por favor que não fizesse isso, que ela não queria, que era demasiado doloroso. Perguntava-lhe a chorar o que podia fazer mais quase que aos gritos já (e até nos gritos ela era suave e delicada).

E ele chorava com ela, gritando que a amava mas que tinha mesmo de fazer aquilo! E se ao menos ele pudesse fazer alguma coisa... mas não podia. Logo ele, que tinha prometido fazê-la feliz.

Ensaio do filósofo rafapaim às 22:17
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